Rafaela Silva é a melhor heroína que o esporte brasileiro poderia ter como espelho

O olhar fixo antes de entrar no tatame para final olímpica demonstrava o tamanho da determinação de Rafaela Silva. A judoca era o melhor exemplo da expressão “sangue nos olhos”. A vontade de vencer se fez crescente em cada uma de suas lutas nos Jogos Olímpicos, até a chance de visualizar o ouro contra a atleta da Mongólia. Brilho que ela mirou e não deixou escapar. Que, ao final dos quatro minutos de batalha, se transformou nas lágrimas de felicidade guardadas por quatro anos. Lágrimas também de desabafo, de quem se superou na vida e na carreira, para atingir a maior glória do esporte mundial. Para, enfim, ser a primeira heroína brasileira nos Jogos Olímpicos de 2016. Não poderia haver melhor. Merece, e muito, esta volta por cima.

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