Evento importante para o draft da NFL, o combine  que está sendo realizado nesta semana  é um conjunto de testes físicos e psicológicos que os jogadores que estão prestes a entrar na liga são submetidos. Isso serve para as equipes terem um conhecimento ainda maior dos atletas universitários, e o resultado pode influenciar diretamente nas posições do recrutamento. Uma parte importante são as entrevistas particulares, em que geralmente um dirigente de uma equipe faz perguntas de cunho pessoal aos jogadores. Algumas são irrelevantes, e outras bizarras. O prospecto Spencer Drango, de Baylor, sentiu isso na pele.

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Drango disse que, durante uma das entrevistas privadas (ele não citou o time), um dirigente chegou a perguntar se ele poderia expôr o seu histórico de internet. O jogador de linha ofensiva, sem saber muito bem o propósito desse pedido, disse que não teria problema e mostrou o que andava visitando.

“Pesquiso coisas relacionadas a comida, endereços e como soletrar as letras das maneira correta, pois sou disléxico”, disse Drango quando revelou a história para a imprensa.

O que esse dirigente que requisitou o histórico de internet queria saber é algo que não faz sentido. Mesmo se Drango tivesse pesquisas diferentes e talvez exóticas, o mais fácil é deletar o histórico na mesma hora e não deixar nenhum rastro no Google. Qualquer um seria capaz de fazer isso.

O combine pode ser relevante em muitas maneiras, mas certamente pedir para o prospecto colocar o seu histórico na frente do diretor não é uma delas. Há perguntas bem mais interessantes para se fazer em uma entrevista com um jogador que está prestes a ingressar na NFL.


  • Mister23

    Se eu fosse GM nem faria entrevista, além de ver os resultados do Combine e atuação no College faria mais 3 coisas: 1)Pagaria um funcionário pra oferecer drogas pra eles, fora do clube, se aceitasse já não draftaria, gastar uma escolha com um jogador que será provavelmente será suspenso, não vejo como boa ideia(Ex: Dallas e Randy Gregory). 2) Colocaria os olheiros não só pra verem os jogos do College, mas ver os bares e festas pré e pós os jogos, se o jogador se envolve em confusão, bebe até desmaiar antes de um jogo, aposta, usa droga. Já descartaria também. Manziel provou a importância disso. 3) Investigar a vida pessoal do jogador as Universidades acobertam, os clubes não ligam, depois tem um jogador preso por homicídio, ou preso por agressão contra mulher.