Desde a saída de Phil Jackson em 1998, o Chicago Bulls sofria nas mãos de apostas no cargo de treinador. Tim Floyd, Bill Cartwright, Scott Skiles e Vinnie del Negro passaram sem deixar saudades, pelo contrário, renderam muitos pesadelos ao torcedor dos Bulls, acostumado a títulos. Mas em 2010 tudo mudou com a chegada de Tom Thibodeau.
Após 21 anos como assistente na NBA, ele trocou o Boston Celtics pelo Chicago e assumiu um time pela primeira vez na carreira. Nas duas primeiras temporadas, recordes de 62-20 e 50-16, uma presença nas finais do Leste, uma decepção nos playoffs e uma defesa fortíssima. Seu contrato, porém, termina já nesta temporada e, até agora, ainda não foi ampliado.
Mas se acalmem, torcedores dos Bulls. Segundo a ESPN de Chicago, o acordo entre as partes já está sendo costurado. Segundo fontes próximas a Thibodeau, as negociações começaram e devem ser encerradas nos próximos meses. Até porque, o general manager da franquia, Gar Forman, conta com o treinador para os planos futuros.
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A tática do Chicago no mercado dá indícios de movimentações nos próximos anos. Aos poucos, os Bulls reduziram sua folha salarial, se livraram de contratos relativamente grandes – como os de Omer Azik e C.J. Watson, fecharam acordos menores no valor e na duração – Nazr Mohamed e Vladimir Radmanovic: dois anos, US$ 854,3 mil cada – e projetam para 2014 trazer boa companhia para Derrick Rose.
Por que 2014? É quando acaba o contrato de Luol Deng (US$ 27.580,000) e Carlos Boozer pode sofrer com a amnesty clause. Os dois são jogadores muito bons, mas abaixo da expectativa da franquia para formar um super time com Rose e Noah.
Além disso, a próxima temporada já está comprometida com a lesão de D-Rose. Ele só deve voltar no final da temporada regular ou já nos playoffs. Isso dependendo, é claro, do que o elenco conseguir. “Ah, mas sem ele o time foi muito bem na temporada passada…”, reclamarão. Duvido que repetirão tal feito, e duvido ainda mais que mantenham a melhor campanha da fase regular.
Assim, o Chicago Bulls planeja seu futuro de maneira fria e calculista. Até lá, muita coisa pode acontecer e mudar tudo isso. Se Luol Deng tiver uma temporada de 30 pontos, por exemplo, ele já valerá bem mais. Se Carlos Boozer voltar a ser um jogador forte no garrafão, como nos tempos de Utah Jazz, também. Mas são cenários improváveis, e o mais provável é um Chicago que não brigará pelo título da NBA em 2012/13.
Mesmo assim, não há motivos para preocupação em Chicago. Com Thibodeau no comando e Derrick Rose saudável, os Bulls têm tudo para montar um super time em breve e lutar por sua sétima conquista da NBA.
Para fechar, uma última informação importante: Brian Scalabrine disse não ao Chicago Bulls! Sim, disse “no, thanks” a um convite de Thibodeau para ser assistente técnico. Como não teve propostas para seguir jogando, foi obrigado a se aposentar, e agora passa para o lado de cá do jogo. Scalabrine é o novo comentarista da Comcast SportsNet, em Boston.
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Dois vídeos, uma explicação. Hilário (menos para os torcedores do NY Knicks). Sem mais.





